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Agricultores do Paraná investem na qualidade do café. Assista:
Reportagem Globo Rural por acenpp2009
Vá à página do Globo Rural clicando aqui.
Carlos Otávio Ribeiro Constantino
Engenheiro Agrônomo, consultor do Projeto Educampo Café Conilon em Nova Venécia/ES.
Diretor Técnico da MIMOBRAS Consultoria Agropecuária Ltda.
São muitas as mudanças com que os produtores têm convivido nos últimos anos, dentre elas podemos citar: preços de mão-de-obra crescentes, necessidade de maior capital de giro, maior investimento nas lavouras e menor preço do produto. Neste artigo buscaremos mostrar o que o produtor pode fazer "dentro da porteira" para sobreviver às crises de preço, mantendo boa rentabilidade e lavouras produtivas.
No geral percebemos que a falta de gestão é um dos principais problemas dos produtores, tendo em vista, que a grande maioria preocupa-se somente em produzir e desconhecem quanto custa o seu produto, para daí saber até que preço de venda seu negócio será viável. Diante deste fato quando o preço baixa, produtores que podem estar sendo competitivos naquele preço, diminuem os tratos culturais e sua produção baixa.
O custo de produção é um instrumento importante para que o empresário da atividade cafeeira saiba auferir lucro e tenham claro quais são seus gastos. Entretanto, apesar de seu cálculo envolver algumas questões simples, outras são um pouco complexas, razão pela qual seu uso é pouco disseminado entre os produtores rurais. Sendo assim, explicaremos abaixo como é composto o custo de produção, para facilitar o entendimento do leitor.
Renda Bruta: O item renda bruta é composto pelo valor da produção, que é a quantidade de sacas beneficiadas multiplicado pelo preço do café comercializado.
C.O.E - Custo Operacional Efetivo: O custo operacional efetivo pode ser definido como o custo de todos os recursos de produção que exigem desembolso por parte da empresa para sua recomposição. Corresponde apenas aos gastos efetivamente incorridos na condução da atividade, ou seja, apenas aos itens de custo considerados diretos (mão-de-obra, fertilizantes, defensivos, energia, combustível, manutenção, reparos, impostos e taxas, assistência técnica).
C.O.T - Custo Operacional Total: O custo operacional total envolve a soma do C.O.E, o valor da mão-de-obra familiar que, mesmo não sendo remunerada, é imprescindível à condução do empreendimento, e as depreciações, que equivalem a apenas uma parcela dos custos fixos. Do ponto de vista teórico, o custo operacional total define o custo incorrido pelo produtor no curto prazo para produzir e para repor a sua maquinaria e benfeitorias, bem como a própria lavoura, e continuar produzindo.
- O que é a depreciação? A depreciação corresponde a um custo indireto requerido para acumular fundos para substituição do capital investido em bens produtivos de longa duração, inutilizados pela idade, uso e obsolescência. Pode-se dizer que ela: i) representa a perda em valor do capital pelo desgaste físico ocorrido durante o processo produtivo; ii) é um procedimento contábil para distribuir o valor inicial do capital durante sua vida útil produtiva.
- Quais itens são depreciados? Para o caso da atividade "café" são depreciados todos os itens que são utilizados pela atividade, tais como: benfeitorias envolvidas no processo produtivo, máquinas, irrigação, além da própria lavoura, que em determinado momento deverá ser substituída, quando terminar sua vida útil de 10 safras.
C.T - Custo Total: O custo total nada mais é que a soma do C.O.T. com o valor da remuneração do capital imobilizado com a atividade.
- O que é a remuneração do capital? Todo o capital investido na empresa tem um custo de oportunidade, uma vez que seu uso na empresa implica deixar de empregá-lo noutra atividade alternativa. Por definição, o retorno potencial desse capital na melhor alternativa possível de utilização forneceria uma medida desse custo de oportunidade. Como essa estimativa nem sempre é fácil, é expediente comum estimar o custo de oportunidade a partir do retorno que o capital teria se, em vez de aplicado na empresa, fosse investido no mercado financeiro como, por exemplo, na caderneta de poupança.
Tendo explicado como é calculado o custo de produção. Mostraremos no quadro abaixo o custo de produção nas faixas de produtividades de 25, 40, 60, 80 e 100 sc/ha.
Quadro 1: Custo de produção, safra 2008/2009, com faixas de produtividades de 25, 40, 60, 80 e 100 sc/ha
A ocupação do Norte do Estado do Paraná se deu anos após a ocupação do oeste e do Paraná Tradicional e está associada principalmente a expansão da cafeicultura paulista. Foi esta que propiciou a criação das cidades e de uma atividade econômica que permitiu construir boa parte da infra-estrutura do Paraná. Sergio Buarque de Holanda (grande cientista social brasileiro. Seu livro "Raízes do Brasil" é um dos referenciais para o estudo do Brasil Colonial), ressalta que na região da...
...fundação de Ontiveros (1554) à margem esquerda do Rio Paraná e a da Ciudad Real de Guahira (1556), junto o Rio Paraná, finalmente, a de Villa Rica del Espirito Santo(1570), na direção do Rio Ivahi. Mombeig relata também a presença no Norte do Paraná de uma Colônia Militar em Jathai, na margem do rio Ivaí, instalada em 1853. Mas foi a partir do final do século XIX com a implantação da cafeicultura que se iniciou o processo de desenvolvimento da região . Tudo indica que houveram pelo menos duas etapas no processo de desenvolvimento da cafeicultura. A primeira, responsável pela ocupação dos vales dos rios Paranapanema, Cinzas e Itararé, comandada por vários empreendedores individuais, predominantemente paulistas e mineiros, deu início ao plantio do café em regiões próximas a fronteira paulista e a formação dos primeiros núcleos de povoamento: Tomazina (1865), Santo Antonio da Platina (1866), Wenceslau Brás (1867) e Jacarezinho (1900). Como decorrência ainda desta fase surgem, já no começo do século XX, outras cidades como: Cambará (1904), Bandeirantes (1921), Cornélio Procópio (1924) e Andirá (1926). O resultado desta primeira fase foi a formação do que convencionamos chamar de Norte Velho.
A segunda fase da colonização do Norte do Paraná foi aquela responsável pela criação das principais cidades como Maringá, Londrina, Cianorte, Paranavaí. Ana Cleide Cesário (socióloga londrinense, professora da UEL, que estudou a economia, a sociedade e a formação do norte do Paraná) nos fala sobre esta fase:
"A segunda etapa deste processo é mais recente e se localiza no território compreendido pelas bacias dos rios Paranapanema, Tibagi e Ivaí, portanto a oeste da primeira. À medida que esta nova expansão da cafeicultura adentra o estado, vai tomando rumo noroeste. Iniciada no final dos anos 20 esta foi a fase mais dinâmica da cafeicultura. Várias empresas colonizadoras de capital privado atuaram nesta etapa, planejando tanto o assentamento de produtores rurais, quanto a formação de cidades que deveriam oferecer serviços urbanos necessários ao campo, onde se praticava a cafeicultura acompanhada de outros cultivos temporários como o arroz, o milho e o feijão. Dentre as empresas colonizadoras a Companhia de Terras do Norte do Paraná- CTNP, posteriormente chamada de Companhia de Melhoramento do Norte do Paraná- CMNP, foi a que exerceu a maior influência na região. Formada inicialmente por capital inglês, passou para a propriedade de empresários paulistas durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1928 a CTNP possuía cerca de 516 mil alqueires."
Um dos pioneiros da região, Sr. Álvaro Godoy (um dos colonos pioneiros de Londrina) descreve as cidades criadas na época:
"Para que este extenso território fosse colonizado a CTNP comprou a Cia. Ferroviária São Paulo- Paraná, cujos os trilhos alcançavam apenas Cambará. Em 1932, a ferrovia chegava a Jataizinho e em 1935 atingia Londrina, onde estava o escritório da Companhia, cidade que se torna núcleo principal de onde partiam todas as iniciativas de projeto que expandia as suas fronteiras rumo a noroeste do estado. A ferrovia acompanha a estrada de rodagem, aberta praticamente à sua margem, corta o principal espigão do norte do Paraná, ligando o Norte Velho e o Estado de São Paulo.
Surgem os novos núcleos povoadores como: Londrina, Nova Dantizig (Cambé), Rolândia, Arapongas e Apucarana, na década de trinta; e Maringá (1947), Cianorte (1953) e Umuarama (1955)."
Além da CTNP podemos citar também a atuação da Brazil Tokuhosku Kaisha e a Membei Tochikubushini, de capital estrangeiro, que resultaram no aparecimento das cidades de Uraí e Assaí durante a década de trinta, fixando japoneses que se ocuparam não necessariamente da produção do café, mas da produção de algodão. O Governo do Estado também vai contribuir para a formação de vários assentamentos humanos na região. Na década de vinte o Estado loteou extensas terras que deram origem a alguns municípios como: Sertanópolis, Primeiro de Maio, Faxinal e Marilândia. E na década de quarenta são de iniciativa governamental a formação das cidades de: Paranavaí, Jaguapitã e Centenário. Muitos problemas de terra também aparecem nesta época, como nos relata Octávio Vieira Velho (estudioso das lutas de terras no Paraná):
"Na década de vinte e trinta, ao sul de Londrina, em Faxinal, Tibagi e Queimadas, eclodem grandes conflitos de terra entre posseiros e grande proprietários. Mas os maiores conflitos ocorreram nos anos quarenta e cinqüenta em Jaguapitã e Porecatu, ao norte da área da CTNP, devido a valorização das terras e o clientelismo político, que provoca uma especulação intensa no processo de regularização das terras."
Este processo colonizador puxado pela cafeicultura fez surgir no norte do Estado uma cultura diferenciada no Paraná, a cultura pé vermelha que, no turbilhão das culturas, foi mostrada pelas palavras de Nilson Monteiro (jornalista londrinense hoje radicado em Curitiba, escreveu o livro "Curitiba Vista por um Pé Vermelho"):
"Pé vermelho, amo Londrina, a terra vulcânica e grudenta do Norte do Paraná, pedaço encarnado, gosto de viola nesta língua".
A cafeicultura do norte do Paraná possibilitou a redenção econômica do Estado, numa fase em que seus principais produtos estavam em declínio. E possibilitou ao Estado a constituição de uma boa rede de infra estrutura propulsora do desenvolvimento econômico em toda região.
http://www.cete.pr.gov.br/def/ def_areas_historia_olhar.php
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
Reportagem do Globo Rural
Agricultores do Paraná investem na qualidade do café. Assista:
Reportagem Globo Rural por acenpp2009
Vá à página do Globo Rural clicando aqui.
domingo, 23 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Como sobreviver às crises de preço na cafeicultura
Engenheiro Agrônomo, consultor do Projeto Educampo Café Conilon em Nova Venécia/ES.
Diretor Técnico da MIMOBRAS Consultoria Agropecuária Ltda.
No artigo anterior comentamos sobre as crises de preço na cafeicultura, buscando propiciar ao leitor entender o comportamento da mesma para o café conilon.
São muitas as mudanças com que os produtores têm convivido nos últimos anos, dentre elas podemos citar: preços de mão-de-obra crescentes, necessidade de maior capital de giro, maior investimento nas lavouras e menor preço do produto. Neste artigo buscaremos mostrar o que o produtor pode fazer "dentro da porteira" para sobreviver às crises de preço, mantendo boa rentabilidade e lavouras produtivas.
No geral percebemos que a falta de gestão é um dos principais problemas dos produtores, tendo em vista, que a grande maioria preocupa-se somente em produzir e desconhecem quanto custa o seu produto, para daí saber até que preço de venda seu negócio será viável. Diante deste fato quando o preço baixa, produtores que podem estar sendo competitivos naquele preço, diminuem os tratos culturais e sua produção baixa.
O custo de produção é um instrumento importante para que o empresário da atividade cafeeira saiba auferir lucro e tenham claro quais são seus gastos. Entretanto, apesar de seu cálculo envolver algumas questões simples, outras são um pouco complexas, razão pela qual seu uso é pouco disseminado entre os produtores rurais. Sendo assim, explicaremos abaixo como é composto o custo de produção, para facilitar o entendimento do leitor.
Renda Bruta: O item renda bruta é composto pelo valor da produção, que é a quantidade de sacas beneficiadas multiplicado pelo preço do café comercializado.
C.O.E - Custo Operacional Efetivo: O custo operacional efetivo pode ser definido como o custo de todos os recursos de produção que exigem desembolso por parte da empresa para sua recomposição. Corresponde apenas aos gastos efetivamente incorridos na condução da atividade, ou seja, apenas aos itens de custo considerados diretos (mão-de-obra, fertilizantes, defensivos, energia, combustível, manutenção, reparos, impostos e taxas, assistência técnica).
C.O.T - Custo Operacional Total: O custo operacional total envolve a soma do C.O.E, o valor da mão-de-obra familiar que, mesmo não sendo remunerada, é imprescindível à condução do empreendimento, e as depreciações, que equivalem a apenas uma parcela dos custos fixos. Do ponto de vista teórico, o custo operacional total define o custo incorrido pelo produtor no curto prazo para produzir e para repor a sua maquinaria e benfeitorias, bem como a própria lavoura, e continuar produzindo.
- O que é a depreciação? A depreciação corresponde a um custo indireto requerido para acumular fundos para substituição do capital investido em bens produtivos de longa duração, inutilizados pela idade, uso e obsolescência. Pode-se dizer que ela: i) representa a perda em valor do capital pelo desgaste físico ocorrido durante o processo produtivo; ii) é um procedimento contábil para distribuir o valor inicial do capital durante sua vida útil produtiva.
- Quais itens são depreciados? Para o caso da atividade "café" são depreciados todos os itens que são utilizados pela atividade, tais como: benfeitorias envolvidas no processo produtivo, máquinas, irrigação, além da própria lavoura, que em determinado momento deverá ser substituída, quando terminar sua vida útil de 10 safras.
C.T - Custo Total: O custo total nada mais é que a soma do C.O.T. com o valor da remuneração do capital imobilizado com a atividade.
- O que é a remuneração do capital? Todo o capital investido na empresa tem um custo de oportunidade, uma vez que seu uso na empresa implica deixar de empregá-lo noutra atividade alternativa. Por definição, o retorno potencial desse capital na melhor alternativa possível de utilização forneceria uma medida desse custo de oportunidade. Como essa estimativa nem sempre é fácil, é expediente comum estimar o custo de oportunidade a partir do retorno que o capital teria se, em vez de aplicado na empresa, fosse investido no mercado financeiro como, por exemplo, na caderneta de poupança.
Tendo explicado como é calculado o custo de produção. Mostraremos no quadro abaixo o custo de produção nas faixas de produtividades de 25, 40, 60, 80 e 100 sc/ha.
Quadro 1: Custo de produção, safra 2008/2009, com faixas de produtividades de 25, 40, 60, 80 e 100 sc/ha
Clique na imagem para ampliá-la.
Fonte: Educampo
Para que tenhamos uma analise correta, devemos nos basear pelo custo total, sendo assim, observamos um custo total decrescente à medida que a produtividade se eleva, ou seja com 20 sc/ha temos um C.T. de R$ 210,00/SC, com 40 sc/ha de R$ 165,40/sc, com 60 sc/ha de R$, 138,10/sc, com 80 sc/ha de R$, 117,20/sc, com 100 sc/ha de R$, 104,00/sc.
Observamos então pelo quadro acima, que para se ter altas produtividades o produtor necessita de maior capital de giro por ha, os principais itens onde os investimentos aumentam são a adubação, colheita e pós-colheita, porém por saca o custo diminui consideravelmente. Portanto é ilusório achar que produzir menos é a solução na crise, pois se terá diminuição de renda e maior custo por saca, piorando ainda a situação.
Nas condições de campo, verificamos que 60 sc/ha é uma produtividade possível de ser mantida ao longo dos anos e considerando uma idade média de lavouras. Neste patamar de produtividade estaríamos hoje com lucro nulo ou lucro normal, e implica que a atividade esta cobrindo todos os seus custos, sendo capaz de refazer seu capital fixo no longo prazo e remunerando o capital empatado do produtor.
Podemos dizer que a solução individual de cada produtor é buscar gerenciar sua atividade e buscar melhorar a produtividade para aumentar a renda. Sabemos também que "alguém" terá que produzir menos para que o preço se recupere.
A possível solução coletiva para melhoria dos preços aos produtores, sem essas distorções do capitalismo é a organização da cadeia produtiva, que é um tanto mais complexa, devido ao grande número de produtores e a dispersão geográfica dos mesmos.
Concluimos que a atividade cafeeira está passando por uma readequação, onde produtores com baixa produtividade e custos elevados, fatalmente terão que sair da atividade, como já aconteceu e vem acontecendo.
Fonte: Educampo
Para que tenhamos uma analise correta, devemos nos basear pelo custo total, sendo assim, observamos um custo total decrescente à medida que a produtividade se eleva, ou seja com 20 sc/ha temos um C.T. de R$ 210,00/SC, com 40 sc/ha de R$ 165,40/sc, com 60 sc/ha de R$, 138,10/sc, com 80 sc/ha de R$, 117,20/sc, com 100 sc/ha de R$, 104,00/sc.
Observamos então pelo quadro acima, que para se ter altas produtividades o produtor necessita de maior capital de giro por ha, os principais itens onde os investimentos aumentam são a adubação, colheita e pós-colheita, porém por saca o custo diminui consideravelmente. Portanto é ilusório achar que produzir menos é a solução na crise, pois se terá diminuição de renda e maior custo por saca, piorando ainda a situação.
Nas condições de campo, verificamos que 60 sc/ha é uma produtividade possível de ser mantida ao longo dos anos e considerando uma idade média de lavouras. Neste patamar de produtividade estaríamos hoje com lucro nulo ou lucro normal, e implica que a atividade esta cobrindo todos os seus custos, sendo capaz de refazer seu capital fixo no longo prazo e remunerando o capital empatado do produtor.
Podemos dizer que a solução individual de cada produtor é buscar gerenciar sua atividade e buscar melhorar a produtividade para aumentar a renda. Sabemos também que "alguém" terá que produzir menos para que o preço se recupere.
A possível solução coletiva para melhoria dos preços aos produtores, sem essas distorções do capitalismo é a organização da cadeia produtiva, que é um tanto mais complexa, devido ao grande número de produtores e a dispersão geográfica dos mesmos.
Concluimos que a atividade cafeeira está passando por uma readequação, onde produtores com baixa produtividade e custos elevados, fatalmente terão que sair da atividade, como já aconteceu e vem acontecendo.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
A cafeicultura e a colonização do Paraná
A ocupação do Norte do Estado
Surgem os novos núcleos povoadores como: Londrina, Nova Dantizig (Cambé), Rolândia, Arapongas e Apucarana, na década de trinta; e Maringá (1947), Cianorte (1953) e Umuarama (1955)."
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